FIAR 3 – Encontro de Redes de Artes Visuais

Conforme prometido, os contatos.

O FIAR 3 que irá ocorrer em 2012 terá os seguintes artistas, coletivos e redes:

Rosa Apablaza – Desislaciones – Chile


WG e Gilsão – MucambuNuspano – Piauí 


GIA – BA


Felipe Brait – Frente Três de fevereiro – SP


Ricardo Brazileiro – PE  


José balbino- BA 


Patrícia Francisco – RS 

Coletivo Rádio Amnésia 

Surto Coletivo – Cachoeira –  BA

Opavivará  –  Rio de Janeiro

Vem aí FIAR ano 3 – em 2012

Estamos preparando para o início do ano que vem, mais um encontro de artistas no Recôncavo Baiano. O ano 3 do FIAR – Festival de Intervenções Artisticas do Recôncavo terá como tema o Encontro de Redes de artes visuais. Além de intervenções ambientais, iremos propor performances coletivas, debates, apresentações musicais, e uma publicação impressa.

Os artistas/coletivos convidados são:

Rosa Apablaza – Desislaciones – Chile
WG e Gilsão – MucambuNuspano – Piauí
GIA – BA
Felipe Brait – Frente Três de fevereiro – SP
Ricardo Brazileiro – PE
José balbino- BA
Patrícia Francisco – RS

Retrospectiva – Oficinas – Intervenções – Fela Day.FIAR

Do Blog de RICARDO BRAZILEIRO :

samba chip – experimentações espontâneas

Posted by rbrazileiro on 29 de outubro de 2010 – 19:19

mais uma vez, como foi importante ir em Cachoeira-BA e criar esses momentos de experimentações livres com pessoas totalmente abertas para novos diálogos e vivências.

a sonoridade em questão não era o ponto fundamental, mas a situação de lapidar um som feito por aparatos simples e de processo manual, sem intermediação no processo de criação e de composição.

a música é livre, o ato de criar também.

é muito importante sentir que em grupos como a Filarmônica Lira Ceciliana, o ato de experimentar e intervir em novas descobertas poéticas é um processo tão natural quanto ler uma nova partitura e se viciar no som do seu instrumento favorito. as crianças descobrem que aquela protoboard é uma pauta, que cada chip pode simbolizar um instrumento ou um ritmo, que o ato de pesquisar e prototipar um fluxo de energia é o ato de compor.

a contemporaneidade dessas coisas todas é esse desprendimento do fazer sem se preocupar em ocupar um sítio-estético para classificar tal experimentação. a arte, a música, a tecnologia (viva, livre, faça-você-mesmo) trazem motivações de buscar essas possibilidades de criar poéticas em ambientes duros e sem expressividades mas com vontade de se amolecer e se entregar, como esse samba chip.

linguagens e poéticas sonoras contemporâneas,

fiar – festival de intervenção artística do recôncavo

cachoeira – bahia