Intervenções urbanas

DE 29 de fevereiro a 03 de março de 2012

29 de fevereiro – quarta -feira | Feira pública de Cachoeira – BA

Sua roupa com a sua cara  – 09 h  | a grife preta Mucambo Nuspano

Mucambo é uma griff preta que trabalha com moda street com modelos masculinos e femininos . A Mucambo é fruto de uma ideía que era trocada entre o gilsão e o wg rappers do Piauí em pruduzir uns pano com uma qualidade bacana e com um preço baixo.  Então em 2007 a griff começou a rolar. A escolha do nome foi feita para falar da origem das favelas ou seja de nossas origens, pois mucambo eram locais onde nossos ancestrais habitavam e cultivavam suas raizes. com esse conceito nasceu MUCAMBO NUSPANO!!!.

Duração: 4 h

01 de março – quinta-feira | Jardim Grande, beira do rio Paraguaçú –  Cachoeira  – BA

EC0  –  9 h | Ricardo Brazileiro  –  PE

3c0 é uma intervenção urbana interativa que coleta dados ambientais em tempo-real e atua de forma a construir um ecosistema híbrido que reage com as intensidades do cotidiano urbano.As reações são acopladas em servos motores que acionam guarda-chuvas equipados com sensores analógicos e digitais capazes de sentir informações como temperatura, intensidade de luz e ruídos, sinais sonoros, gases e poluição.

Duração: Este trabalho ficará instalado durante todos os dias do FIAR.

02 de março – sexta-feira | Rio Paraguaçú –  Cachoeira – BA

Flutuador – 9 h | GIA – BA

Objetivamente, o flutuador é uma estrutura como um “deck” flutuante, ancorado numa praia pública, onde pode ser acessado por qualquer pessoa e que essa pessoa dê a ele a utilização que bem quiser. Ou seja, é objetivo também deste projeto levantar questões acerca da liberdade de utilização dos espaços públicos já que nenhuma regra existe neste ambiente, que é temporariamente gerido pelas pessoas no instante em que elas o ocupam, além da distancia física da terra (praia) possibilitar muitas oportunidades de atuação e liberdade.

03 de março – sábado | Feira Pública de Cachoeira – BA

CAMBANA – sessões 9 h e 10 h  | COLETIVO PROVISÓRIO

FOTOS: Márcio Lima

O projeto Calón-a-quilo apresenta a encenação Cambana que é fruto de uma pesquisa realizada junto a grupos ciganos/Calóns (acampamentos) da região do Recôncavo Baiano, desde 2010 por Maicyra Leão e Márcio Lima. A encenação é constituída de ações artísticas que acontecem simultaneamente na feira da cidade, em meio às barracas dos feirantes e também de forma itinerante, por onde circulam os transeuntes, e foram criadas por um grupo de artistas convidados a dialogar com aspectos da experiência de convívio com essas comunidades.

duração: 50 minutos

Este projeto está contemplado com o Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2011 – Funarte e o Prêmio Iberescena
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SAMBAGIA – 12 h  |   GIA –  Luis Parras, Everton Marco, Tiago Ribeiro, Mark Dayves, Cristiano Piton, Tininha Llanos e Ludmila Britto

Um dos principais objetivos do grupo é a utilização de meios que possibilitem atingir uma margem cada vez maior de pessoas, tomando de assalto o espaço público. Assim, as ações do GIA procuram interrogar as condições em que os indivíduos atuam com os elementos do seu entorno, produzindo, assim, significados sociais. E esses significados, são também, processuais, pois segundo John Cage “o mundo, na realidade, não é um objeto, é um processo”. O GIA, portanto, está disposto a questionar as convenções sociais sempre que possível, através de práticas concretas infiltradas em pequenas transgressões.

A estética GIA, baseada na simplicidade e ao mesmo tempo irônica, procura mostrar, portanto, que a arte está indissoluvelmente ligada à vida.

FOTO: Mark Dayves
Duração:  4 horas